[Editorial FPN] FOLHA Ano 33

Com esta edição natalina, a FOLHA DE PONTE NOVA comemora seus 33 anos completados em 22/12, sempre se adaptando às transformações digitais e buscando alternativas para enfrentar os crescentes desafios do setor, num cenário agravado pela pandemia da Covid-19.

Note-se que, em meio ao caos de acontecimentos inéditos, o trabalho do profissional de informação foi considerado de primeira necessidade já no fim do primeiro trimestre de 2020.

Com o mundo impactado pela pandemia, a opinião pública cobrou informação de qualidade e nossa FOLHA continuou engajada na prática do bom jornalismo, com as páginas centrais sempre reservadas para o tema, localizando-o no espaço geográfico do Vale do Piranga.

No geral, prosseguimos com nossa meta de nos destacarmos perante a sociedade contemporânea multimidiática, encarando a realidade cada vez mais veloz em todas as esferas do relacionamento e do conhecimento.

Na rotina, nossa equipe cumpre o seu papel ao se adaptar às mudanças, deparando com novas tendências de consumo de notícias e apostando na resiliência e na determinação. Esta resiliência leva, para a transição digital, o nosso projeto comercial e editorial, aliando a produção de conteúdo à necessidade de fidelização de leitura/audiência.

Não por acaso, neste fim de 2021, tomamos providência relevante. Investimos em sistema de segurança para coibir a prática irregular de disseminação semanal do PDF de cada edição impressa. Na defesa do nosso conteúdo de qualidade, cuja produção tem preço significativo, a leitura digital do nosso jornal e de nosso noticiário on-line segue franqueada aos nossos assinantes e aos leitores cadastrados em nosso site.

Arte & Cultura Ano 10

Ao longo de tempos recentes, as empresas jornalísticas investiram em recursos especializados e em talentos. E – com incontido orgulho – chegamos a uma década da coluna Arte & Cultura, assinada por Ademar Figueiredo (empresário, artista plástico e profissional de Comunicação e Marketing).

Já se disse que todo jornalismo é cultural, pois inserido numa sociedade. Fica, portanto, ainda mais evidente a importância do espaço ocupado por Ademar, cuja dedicação inequívoca transformou a coluna num – digamos – obrigatório guia de consumo de produtos e conceitos culturais.

Leia mais na página 21 desta edição.

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